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A partir desta semana, o consumidor já pode começar a comprar os produtos de Páscoa. Somente de ovos de chocolate, o comércio se prepara para receber 80 milhões de unidades em 800 mil pontos de vendas espalhados pelo Brasil. Tudo fruto do trabalho de mais de 20 mil pessoas que começaram a ser contratadas pela indústria ainda no ano passado e de uma complexa logística de distribuição pelas estradas do País. 
Por aqui, os produtos já estarão nas prateleira nesta segunda nas lojas Hiper. Nas outra unidades da rede Walmart (Bompreço, Todo Dia e Maxxi Atacado), chegarão na segunda 25. No Carrefour, os chocolate estão chegando aos poucos e as parreiras devem estar montadás também na semana que vem, assim como nas lojas do Grupo Pão de Açúcar.
Este ano, a sofisticação atingiu o ápice: tem até ovo  com embalagem de veludo cravejado com cristais Swarovski, da Kopenhagen, do Grupo CRM. A data, como lembra o vice-presidente da Associação Brasileira da Indústria de Chocolates, Cacau, Amendoim, Balas e Derivados (Abicab), Ubiracy Fonseca, é considerada o 13º mês para o setor. “Estamos otimistas, pois o brasileiro adora chocolate e o potencial de crescimento para os fabricantes é enorme. O Brasil é o terceiro maior produtor do mundo de chocolate, no entanto, o consumo per capita ainda é baixo, de 2,2 quilos, ou seja, temos margem para expansão”, diz ele. Atualmente estamos atrás apenas dos Estados Unidos e do Reino Unido. 

Segudo dados da consultoria internacional Euromonitor, o Brasil deve assumir a vice-liderança entre os dez maiores mercados de chocolates, balas e amendoim do mundo até 2016. Enquanto registramos uma média de crescimento de 3,6% ao ano, a média mundial está em 2%. Em relação ao último balanço, de 2011 – quando a produção foi de 710 mil toneladas de chocolate, 9,5% a mais que em 2010 –, Fonseca analisa que “se o mercado internacional não está absorvendo a oferta dos produtos brasileiros (ainda como consequencia da crise mundial de 2008), pode-se concluir que é o consumo interno é que tem mantido os bons níveis da produção das indústrias do País. Parte desse cenário se deve à ascensão do poder aquisitivo da classe C, que vem gerando um importante aumento da demanda e dessa forma, estimulando as atividades das empresas”. 

Segundo informações da IPC Marketing Editora, é de se esperar que os itens de chocolates e bombons movimentem o equivalente a R$ 4,4 bilhões no mercado nacional nesse período de Páscoa. Os indicadores apontam gastos da ordem de R$ 30 bilhões na compra de doces em geral ao longo do ano, sendo R$ 9,0 bilhões somente no consumo de chocolates e derivados. Em 2012, os gastos da categoria foram da ordem de R$ 27 bilhões ante os R$, 8,2 bilhões somente com chocolates e derivados.

 A classe B será responsável pela maior parte do valor correspondendo a R$ 1,91 bilhão, ou seja, 43,1% do mercado sazonal de chocolates e bombons, em 2013. Em 2012, a classe que mais consumiu foi a classe C. Em segundo lugar em 2013 está a classe C, que deverá responder por 39,3% desse mercado, ou seja, um valor da ordem de R$ 1,74 bilhão. A classe A, por sua vez, garantirá o consumo equivalente a R$ 457,2 milhões, correspondendo a 10,3% do potencial de consumo de chocolates e bombons, nesta época do ano. Já as classes D e E ficam com a parcela de 7,2%, representando o valor significativo de R$ 318,3 milhões.

Por  Ne10

Sobre Jose Wilker

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