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No dia 21 de setembro comemora-se o Dia da árvore no Brasil, data que marca a entrada da primavera. A importância das árvores é inquestionável, posso citar: produzem oxigênio, absorvem gás carbônico, mantêm a umidade do ar, protegem o solo. As árvores são mais antigas que os homens. Elas merecem respeito como qualquer outro ser vivente. O respeito às árvores e à natureza deve ser ensinado na infância, e mantido ao longo da vida.  Devemos aprender a cuidar de nossos recursos naturais. Que as comemorações alusivas a esse dia não devam se restringir às escolas de ensino fundamental, nas quais os alunos aprendem a plantar mudas e a reciclar papel de caderno. Apesar de serem válidas, essas ações devem partir também de empresas privadas, setores governamentais, organizações da sociedade civil como associações de moradores e representantes de classe de trabalhadores, procurando sensibilizar outros segmentos da sociedade para o compromisso da sustentabilidade do nosso planeta.

Preservar as matas existentes significa mais que manter árvores, mas preservar a vida do ecossistema existente. 

O mundo discute sobre a neutralização do carbono, através do crédito de carbono. Empresas de turismo, principalmente, já começam a estabelecer programas de viagem sustentáveis – depois de calculada a quantidade de gás carbônico a ser consumida durante um roteiro, cada viajante é convidado a plantar o número de árvores necessárias a devolver à atmosfera o que ele gastou no percurso. A ONG Instituto EcoBrasil recomenda: “repense, recuse, reduza, reuse, recicle. Repensar deve integrar todos os outros passos – se o respeito à árvore e à natureza tem que ser ensinado para as crianças, deve ser também re-ensinado aos adolescentes e aos adultos, a todo o momento.”

Segundo o Boletim do Desmatamento, vinculado ao Instituto do Homem e do Meio Ambiente da Amazônia (IMAZON), em junho de 2013, o desmatamento na Amazônia Legal aumentou 437% em relação ao mesmo período do ano passado. Foram diagnosticados 184 km2 de área desmatada. O estado do Pará é o que possui o maior nível de áreas desmatadas (42%), seguido do Amazonas e Mato Grosso.

Em relação ao Bioma Caatinga, segundo o Blog do Planeta, mais de 50% da mata nativa já foi desmatada, e a região enfrenta uma forte estiagem, a pior seca da Região Nordeste dos últimos 50 anos. A solução não passa apenas por reflorestar, mas é necessário politicas públicas que enxerguem a Caatinga como elemento da biodiversidade do nosso país, promovendo condições do convívio do ser humano com este bioma.

O Governo Estadual compreende essa necessidade, pois há um trabalho de criação e manutenção de unidades de conservação em Pernambuco. 

Temos legislações que protegem o meio ambiente, contudo, devemos fortalecer as ações fiscalizadoras dos órgãos competentes, evidentemente que é necessário disponibilizar a infraestrutura adequada, valorizando os recursos humanos dessas instituições, motivando-os a exercer seu trabalho de forma digna e profissional. 

Em Pernambuco, é necessário um debate, neste Poder, em relação à compensação ambiental. Suape, Transnordestina e a transposição do rio São Francisco são exemplos de investimentos que trazem um benefício econômico e social, contudo, jamais devemos esquecer de analisar quanto a questão ambiental. 

Por tudo isso, é da maior urgência conscientizar as pessoas sobre a importância das árvores para o meio ambiente e melhoria da qualidade de vida; criar uma cultura de preservação ambiental, combatendo a exploração ilegal das árvores presentes nas florestas e nas cidades; desenvolver projetos de plantio de mudas de árvore, visando aumentar a arborização, principalmente nos grandes centros urbanos. 

A conscientização e a contribuição de cada um de nós, seja plantando, fiscalizando e/ou estimulando o reflorestamento é que faremos deste mundo melhor para a presente e futuras gerações.

José Humberto Cavalcanti - Deputado Estadual e Presidente da Comissão de Meio Ambiente da Assembleia Legislativa de Pernambuco

Wellington Ribeiro - Assessor de comunicação

Sobre Jose Wilker

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