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Faroeste Caboclo foi o grande vencedor do 13º Grande Prêmio do Cinema Brasileiro, da Academia Brasileira de Cinema, marcada pelo reconhecimento de filmes que obtiveram êxito de público e bilheteira no mercado. Dirigido por Renê Sampaio, o filme inspirado na música de Renato Russo, da Legião Urbana, ficou com sete prêmios Grande Otelo - ator, roteiro adaptado, som, trilha original, montagem ficção, fotografia e filme), e fez 1,5 milhão de espectadores. O filme tinha recebido 13 indicações.


Também com 13 indicações, Serra Pelada, dirigido pelo pernambucano radicado em São Paulo Heitor Dhalia,  levou três troféus – ator coadjuvante, maquiagem e efeito visual, ficando atrás de Fores raras, de Bruno Barreto, que ganhou direção, atriz, direção de arte e figurino.

Um dos filmes brasileiros de maior repercussão do ano passado, no País e no exterior. O som ao redor levou apenas o prêmio de melhor roteiro original, de Kleber Mendonça Filho, que disputava também como melhor diretor.

Já Tatuagem não levou nada, embora Irandhir Santos concorresse a melhor ator, tanto pelo filme de Hilton Lacerda (indicado como diretor) como por O som ao redor. Jesuíta Barbosa também concorria nesta categoria por Tatuagem, e como ator coadjuvante em Serra Pelada.

O Tom do Tom, de Nelson Pereirado Santos,ganhou o prêmio de melhor longa documentário, enquanto cine Holliúdy ganhou como comédia.

O homenageado deste ano foi o cineasta Domingos Oliveira.

Confira os premiados da noite

Melhor direção -  Bruno Barreto por Flores Raras
Melhor atriz - Gloria Pires como Lota de Macedo Soares por Flores Raras.
Melhor ator - Fabrício Boliveira como João de Santo Cristo por Faroeste Caboclo.
Melhor ator coadjuvante - Wagner Moura, como Lindo Rico por Serra Pelada.
Melhor atriz coadjuvante - Bianca Comparato, como Carmem Tereza por Somos tão jovens.
Melhor longa–metragem documentário – Luz do Tom de Nelson Pereira dos Santos
Melhor longa-metragem infantil - Meu pé de laranja lima de Marcos Bernstein.
Melhor longa-metragem de animação - Uma história de amor e fúria de Luiz Bolognesi.
Melhor longa-metragem estrangeiro- Ddjango livre/Django Unchained de Quentin Tarantino.
Melhor longa-metragem de comédia - Cine Holliúdy de Halder Gomes.
Melhor som Leandro Lima,.Miriam Biderman, Ricardo Chuí e Paulo Gama por Faroeste Caboclo.
Melhor trilha sonora original - Phillipe Seabra por Faroeste Caboclo.
Melhor trilha sonora  - Paulo Jobim por a Luz do Tom.
Melhor curta-metragem - ficção - Flerte de Hsu Chien.
Melhor curta-metragem documentário - A guerra dos gibis de Thiago Brandimarte Mendonça.
Melhor curta-metragem animação - O menino que sabia voar de Douglas Alves Ferreira.
Melhor direção de arte - José Joaquim Salles por Flores Raras.
Melhor maquiagem - Silva Rama Terra por Serra Pelada
Melhor figurino -: Marcelo Pies por Flores Raras
Melhor efeito visual - Bruno Monteiro por Uma história de amor e fúria e Robson Sartori por Serra Pelada.
Melhor montagem ficção vai para Marcio Hashimoto por Faroeste Caboclo.
Melhor montagem documentário - Marília Moraes e Tina Baz por Elena.
Melhor roteiro original - Kleber Mendonça Filho por O som ao redor
Melhor roteiro adaptado é de: Marcos Bernstein e Victor Atherino – adaptado da música “ Faroeste Caboclo” de Renato Russo, Legião Urbana – por Faroeste Caboclo.

Voto popular de Melhor Longa-Metragem de Ficção – Cine Holliúdy de Halder Gomes
Voto popular de Melhor Longa-Metragem Documentário – Elena, de Petra Costa
Voto popular de Melhor Longa-Metragem Estrangeiro - Django Livre/Django Unchained de Quentin Tarantino.

Sobre Jose Wilker

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