Limoeiro
+17...+28° C

Slider[Style1]

Style2

Style3[OneLeft]

Style3[OneRight]

Style4

Style5

Style2

A Justiça Federal bloqueou mais R$ 33,5 milhões pertencentes a executivos e funcionários de empreiteiras investigados pela Operação Lava a Jato, da Polícia Federal. O dinheiro estava distribuído em contas, fundos de investimento e planos de previdência. As informações foram enviadas em ofício do banco Bradesco ao juiz Sérgio Moro, na sexta-feira. Como a “varredura” continua sendo executada pelo Banco Central e pelas instituições financeiras, não é possível antever qual o montante que será bloqueado ao fim do processo.

O maior bloqueio foi feito nos recursos do diretor-presidente da OAS, Agenor Franklin Magalhães Medeiros, que teve mais R$ 11,6 bilhões congelados em fundos de investimento, aplicações e planos de previdência complementar. Na última atualização das informações, na quinta-feira, R$ 46,8 mil haviam sido bloqueados das contas de Agenor. Recursos significativos também foram confiscados na empresa Technis, pertencente ao lobista Fernando Soares, mais conhecido como Fernando Baiano. A empresa teve bloqueados mais R$ 4,6 milhões em fundos e aplicações, em adição a outros R$ 2 milhões que já haviam sido congelados de uma conta no Santander.

Em dois casos os investigados não haviam tido dinheiro bloqueado até o momento. É o caso de Erton Medeiros Fonseca, diretor-presidente de Óleo e Gás da Galvão Engenharia, que teve R$ 666,5 mil confiscados, e de Valdir Lima Carreiro, da Iesa, que teve R$ 32 mil em ações bloqueadas.

Leia mais em Diário de Pernambuco

Sobre Jose Wilker

This is a short description in the author block about the author. You edit it by entering text in the "Biographical Info" field in the user admin panel.
«
Próximo
Postagem mais recente
»
Anterior
Postagem mais antiga

Nenhum comentário:

Poste um Comentário


Top