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Existem algumas teorias que explicam as alterações que acontecem na olfato e no paladar das mulheres durante a gravidez. O aumento dos hormônios estrogênio e progesterona nesse período levam ao aumento da vascularização do nariz e da língua, o que aprimora e altera a capacidade e a sensibilidade olfativa e gustativa. São essas alterações que podem causar náuseas e vômitos e distorções de sabores, que fazem a mulher rejeitar comidas que antes ela gostava e ter desejo por coisas, às vezes, até estranhas.

Além disso, outro homônio que se encontra em alta na gravidez, o HCG, é responsável por alterações emocionais, levando a carências afetivas, o que potencializa os desejos e também à alteração na composição da saliva, fazendo as comidas terem outro gosto.

Outra justifica para esse tipo de comportamento e motivação para ter algumas vontades nunca desejadas antes estaria relacionada a alguns componentes fisiológicos para o alívio de sintomas digestivos. O desejo por chupar limão e comer frutas ácidas ou até mesmo alimentos gelados ajudam a melhorar a sensação de queimação do estômago e os enjoos, por exemplo.

Esses sintomas costumam aparecer no primeiro trimestre da gestação e melhoram no decorrer do segundo, mas algumas mulheres poder apresentá-los durante todo o período. E quando a vontade é de comer coisas que não são alimentos?

O que é picamalácia?

Uma pesquisa britânica feita pela internet com 2,2 mil grávidas mostrou que 75% das entrevistadas tinham desejos por comida e um terço delas tinha vontade mesmo é de comer coisas tão esquisitas quanto carvão, pasta de dentes e sabão. A síndrome chamada picamalácia consiste no desejo de ingerir substâncias não alimentícias.

Alguns nutricionistas e profissionais de saúde acreditam que esses desejos seriam uma espécie de sinal do corpo sobre alguma carência vitamínica ou proteica. Dessa forma a picamalácia poderia estar associada à anemia, constipação, problemas dentários,a síndromes hipertensivas na gravidez, a interferências na absorção de nutrientes entre outros fatores.

O que se sabe é que "desnutrição relativa" não é privilégio somente de grávidas. Ao longo da vida, nosso organismo cria um banco de dados, como se fosse uma memória afetiva em que alimentos a seus nutrientes. Assim, o corpo aprende a pedir leite quando quer cálcio e ovos quando quer zinco, por exemplo. Nas grávidas, esse sentido está ligado no turbo porque, instintivamente, a mãe se preocupa não só com ela mas também com outra vida.

Sobre Jose Wilker

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